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SAUDAÇÕES PALESTRINAS

"A vida é uma carroça!"

15 de fev de 2010

Príncipe dos Sociólogos

Reproduzo texto do Mino Carta...que também foi reproduzido no viomundo.com.br.

Mino Carta: Pecado capital
Atualizado em 13 de fevereiro de 2010 às 22:35 Publicado em 13 de fevereiro de 2010 às 22:34
Pecado capital11/02/2010 13:17:38Mino Carta, na CartaCapital

É do conhecimento até do mundo mineral que Fernando Henrique é vaidoso. Mesmo os amigos mais chegados lhe apontam o pecado desde os tempos em que iam às calçadas paulistanas na noite da corrida de São Silvestre para torcer pelo tcheco Emil Zatopek, a “locomotiva humana”, por enxergar nele o perfeito representante do império soviético.Pecado capital, a vaidade, segundo os católicos. Se esse aspecto da personalidade do ex-presidente não passa despercebido aos olhos do Pão de Açúcar e da Pedra do Baú, imaginem o que se dá com Lula, um expert em FHC. As mais recentes reações do príncipe dos sociólogos às comparações promovidas na área petista entre seu governo e o de Lula servem somente para demonstrar que FHC é pecador contumaz, de sorte a alegrar seus adversários e, assim me parece, inquietar José Serra.Se a vaidade de FHC se estabelece, Lula vence, pois é exatamente a vitória que procura. O presidente montou o ardil, o ex-presidente caiu na esparrela. Adaptou-se ao esquema do plebiscito convocado peremptoriamente pelo atual titular sem perceber o erro pueril que estava a cometer. Vanitas vanitatum, diriam os antigos romanos. Dona Dilma esfrega as mãos de puro contentamento.Interessantes as repercussões na mídia nativa. O Estadão, por exemplo, com patética insistência, orgulha-se por ter publicado no domingo 7 o artigo de FHC que abre fogo e que teria seguimento na segunda com novos, comovedores esforços do ex-presidente para levar lenha à lareira petista. Já a Folha de S.Paulo na terça levanta claras dúvidas quanto à conveniência das atitudes fernandistas a contrariar a estratégia do governador Serra. O qual, anote-se, fecha-se em copas.O jornal tem sido bom intérprete do pensamento serrista, de sorte a induzir a impressão de que expõe, de fato, o desconforto do pré-candidato. E chega ao ponto de colocar em papel impresso aquilo que FHC não disse e deveria ter dito a bem da verdade factual. No caso da taxa de pobreza, ela permaneceu estável de 1996 a 2002, caiu “de forma aguda” somente sob Lula. A Folha lembra também que o salário mínimo cresceu mais no governo atual e que as dívidas interna e externa fermentaram à desmesura à sombra do tucanato.Apesar de tudo, a Folha foi generosa com o ex-presidente, aquele que o mundo nos invejou, não é mesmo? Aliás, Lula atingiu uma popularidade mundial com que FHC nunca sonhou, graças também a uma política exterior conduzida com extrema competência, enquanto o antecessor, protegido de Clinton, atrelou-se passivamente à vontade americana e professou a religião neoliberal. Quem sabe, no caso dê o ar de sua graça outro pecado capital: a inveja, ótima aliada da vaidade.Há, entretanto, comparações mais preocupantes, digamos assim. Fernando Henrique quebrou o Brasil três vezes e sua obra-prima em matéria foi realizada para garantir o segundo mandato, quando, em campanha, prometeu a estabilidade do real para desvalorizá-lo doze dias depois de empossado. Antes, votos de parlamentares haviam sido comprados para assegurar a alteração constitucional.E nem se fale das privatizações, colossal bandalheira sem precedentes na história pátria, tormentosa época em que a turma da equipe econômica se referia a FHC como a “bomba atômica”. E também evitemos referências à chacina de Eldorado dos Carajás, perpetrada pela polícia de um governador tucano pronta a atirar em lavradores do MST. Dezenove morreram diante do descaso do presidente da República.E por que não evocar a figura onipresente de Daniel Dantas, o banqueiro do Opportunity, favorecido pelas privatizações e pela condescendência de FHC, que mais de uma vez lhe fez as vontades? Ou não seria mais verdadeira a recíproca? Ou, por outra, a condescendência de Dantas em relação ao presidente da República e ao tucanato em geral?Certo é que FHC fortalece a ideia do plebiscito, tão cara e pacientemente cultivada pelo adversário.


E esses aqui reproduzo do blog dos amigos do Presidente Lula:
sábado, 13 de fevereiro de 2010

FHC diz que está pronto para enfrentar nova disputa eleitoral contra Lula, concorrendo contra Dilma

Uma pesquisa ainda não divulgada, mas que chegou ao conhecimento da cúpula tucana, confirma o crescimento da ministra Dilma Rousseff (PT), e seu empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas intenções de voto para presidente da República. A informação provocou grande estresse no Palácio dos Bandeirantes e alimentou novas especulações de que Serra pode desistir da candidatura à Presidência e concorrer à reeleição.
Muito criticado nos bastidores tucanos por suas últimas declarações contra Lula e Dilma, o presidente Fernando Henrique Cardoso não se faz de rogado. Diz para quem quiser ouvir - meio na gozação, mas falando sério - que está pronto para enfrentar nova disputa eleitoral contra Lula, que considera seu freguês de carteirinha (derrotou-o em 1994 e 1998), concorrendo contra Dilma, a quem chama de reflexo do líder petista. Isto é, caso Serra jogue a toalha. O ex-ministro da Educação Paulo Renato (PSDB-SP) foi um dos que ouviu da boca de FHC essa disposição para o confronto eleitoral com Lula e o PT.
Erro
Há certa dose de irritação na atitude de Fernando Henrique Cardoso com a estratégia de José Serra para ganhar a eleição, que é se fingir de morto até a hora de deixar o cargo para ser candidato. E, mesmo depois, evitar um confronto aberto com o presidente Lula, optando por comparar sua capacidade política e administrativa com a de Dilma na propaganda eleitoral de rádio e tevê. FHC avalia que é um erro de conceito, que pode levar os tucanos à nova derrota eleitoral, sem falar que deixa no ar a possibilidade de desistir da candidatura.
Projetos
Por isso, FHC subiu o tom das críticas ao governo Lula e à candidata petista. E não pretende baixá-lo. Segundo o ex-presidente da República, é preciso enfrentar o debate político com Lula e o PT, pois o lulismo representaria uma ameaça ao avanço institucional do país, descambando para o velho populismo latino-americano. Além disso, Dilma representaria uma guinada do país para o capitalismo de Estado e a xenofobia nacionalista.
Alternativa
Enquanto os tucanos de São Paulo estão sem saber muito bem o que fazer, em Minas o governador tucano Aécio Neves do PSDB, intensifica a campanha para viabilizar a eleição de seu vice, o também tucano Antônio Anastasia, e observa o quadro. Candidato ao Senado, entre aliados do governo Lula o nome de Aécio não foi descartado como alternativa à radicalização PSDB versus PT. Nesta semana, quem ligou para Aécio acenando com a possibilidade de apoiá-lo caso isso aconteça foi o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT.Da coluna do Luiz Carlos Azedo no Correio Braziliense

FHC atira em Dilma, e abate 2 tucanos com um tiro só: Serra e Aécio
A declaração do ex-presidente demo-tucano Fernando Henrique Cardoso (FHC) dizendo que topa concorrer contra Dilma Rousseff, se José Serra desistir, foi um verdadeiro tiro nas candidaturas de Serra, e no plano "B" dos tucanos: Aécio.FHC acabou confirmando o que nenhum outro tucano de alta plumagem confirma. Pelo contrário, faz tudo para esconder e desmentir: que José Serra (PSDB/SP) cogita desistir da candidatura presidencial.A confirmação da possibilidade de desistência, enfraquece a tentativa demo-tucana de atrair lideranças estaduais para os palanques de Serra. Afinal que candidato a governador ou senador vai amarrar seu futuro eleitoral a um candidato de futuro incerto, que não sabe ainda o que quer?E FHC foi além: também detonou Aécio. O demo-tucano de Minas, faz tudo para desviar o foco do passado, e concentrar seu discurso num "pós-Lula". Mas o falastrão FHC estraga toda a estratégia e descontrói esse discurso, quando prega seu péssimo governo como se fosse uma "boa credencial" para a volta dos tucanos ao poder.Por mais que se esforçassem, o PT inteiro não conseguiria fazer tanto estrago em tão pouco tempo nas candidaturas de Serra e Aécio, como fez FHC.

Para ter uma idéia do estrago, olha só o teor das notícias que começam a correr o Brasil:


Que venha FHC!!!!

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